Contrato para o caos: amor à primeira briga
E quando eu cheguei na sua casa, a forma como ele te protegeu foi como quem ama muito, isso que vocês têm, sempre foi amor, mesmo que vocês não soubessem.
- Pois é, mas nós não sabíamos e o nosso casamento começou como um casamento por conveniência, um acordo. – Ela falou e me olhou receosa.
- Como assim? – Eu achei que não tivesse entendido.
- Nós fizemos um contrato, Magda. Era para ser um casamento de fachada. O Martim queria se vingar do Maurice e, naquela época, achava que o jeito para isso era comprar as ações da Lanoy. E eu queria me livrar de você e o único jeito era me casar. – Ela falou sem graça e eu comecei a rir, mas uma grande gargalhada.